As minhas dicas para perder peso

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O metabolismo  ajuda a queimar calorias para nos oferecer enegia utilizada em todas as funções do nosso organismo, e assim auxilia, e muito, a manutenção de peso, mas como podemos ajudar o nosso metabolismo a trabalhar mais rápido e queimar mais calorias? Aqui vai algumas dicas:
1. Faça exercícios:
Fazer exercícios físicos, principalmente musculação, faz com que ganhemos mais músculos, e quanto mais massa muscular ganharmos, mais energia vamos gastar para a manter. No entanto, sem uma alimentação equilibrada entre o consumo e o gasto energético, a musculação não oferece diferença na perda de peso.
Alem de ajudar na perda de peso, praticar exercícios físicos faz bem ao coração!
2. Não salte refeições:
Quando saltamos refeições o nosso metabolismo começa a armazenar mais energia, pois nosso organismo não sabe quando iremos fazer nossa próxima refeição. Mas quando adquirimos o hábito de fazer várias refeições durante o dia, em horário próximos, nosso metabolismo começa a queimar mais calorias.
Nunca deixe de tomar o pequeno-almoço, pois esta é a refeição mais importante do dia. É pela manhã que o nosso metabolismo está mais acelerado e precisa de mais energia, portanto se não nos alimentarmos de manhã o metabolismo irá diminuir o consumo de energia durante todo o dia.
3. Durma bem:
Quando não dormimos o suficiente para podermos realmente descansar, o metabolismo fica mais lento, pois ele irá economizar energia. Já se dormimos todos os dias, uma média de 8 horas, o nosso metabolismo sabe que pode gastar energia, pois iremos recuperar- lá durante o sono.
4. Beba muita água:
O nosso organismo precisa de água para quase todas sua funções básicas, portanto com pouca água o motabolismo demora mais para gastar as calorias.
5. Produção hormonal:
Em alguns casos, a dificuldade na perda de peso pode ser consequência da diminuição da produção de hormonas pela glândula tiróide, o chamado hipotireoidismo. Para saber se a sua  produção hormonal está regular consulte um endocrinologista.
6. Escolha os alimentos corretos:
Inclua na sua dieta alimentos que auxiliem o funcionamento da glândula da tiróide. Portanto, escolha boas fontes de potássio, cálcio e mágnésio:
Fontes de Potássio: Damasco, Banana, Cenoura, Salsa, Ervilhas, Salmão, Sardinha, Espinafre, Cereais integrais;
Fontes de Cálcio: Brócolos, Couve flor, Couve manteiga, Semente de gergelim, Lentilha, Semente de girassol;
Fontes de Magnésio:  Amêndoas, Maçãs, Pêssegos, Abacate, Castanha do Pará, Arroz integral, Salsão, Figo, Peixe, Salsa e Uvas

Outras dicas:

Consuma fibras: As fibras aumentam o tempo de digestão, o que ajuda a diminuir os picos de hiperglicemia, açúcar e excesso no sangue, que aumentam a fome e a vontade de comer doces.
De preferência a frutas cítricas, pois  são diuréticas e diminuem a retenção de líquidos.

Consuma alimentos termogénicos: (veja aqui) Aumentam a temperatura interna corporal e consequentemente acelera o nosso metabolismo.

Mas Lembre-se:
As dicas acima são para a população adulta e saudável em geral.
Para um orientação específica procure um nutricionista próximo de si!

Nutricionista Denise Gomes

Post introduzido por Denise Gomes

Iodo na luta contra a celulite

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Nesta luta, é assim, precisamos de aliados para combater a celulite. Um de seus maiores aliados nesta luta é o iodo.
O iodo é a matéria-prima que dá energia à tiróide, a glândula que determina o índice do processo metabólico que queima o alimento para transforma-lo em energia. Esta combustão é importante porque qualquer alimento que não seja queimado de maneira apropriada pode acabar sendo armazenado como gordura indesejável, levando à celulite.

Muitos alimentos deliciosos são ricos em iodo. Tente incluí-los regularmente na dieta.

Exemplos de alimentos ricos em iodo:

alcachofra, agrião, alface, alho, espargo, arroz integral, banana, batata, cebola, cenoura, ervilha, espinafre, frutos do mar, gema de ovo, morango, nabo, pêra, repolho, tomate, uva.

Post introduzido por Denise Gomes

Nutrição e hipotiroidismo

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O prefixo hipo significa: pouco, escassez. Portanto hipotiroidismo significa há uma diminuição das hormonas da tiróide, mais especificamente T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). Os sintomas do hipotiroidismo são diversos:
– Cansaço;
– Depressão;
– Pele ressequida;
– Cabelo áspero e com quedas;
– Unhas quebradiças;
– Obstipação (prisão de ventre);
– Anemia;
– Perda do apetite;
– Aumento de peso;
– Tornozelos e rosto inchados;
– Colesterol elevado;
– Pressão baixa;
– Batimentos cardíacos mais lentos;
– Menstruação irregular;
– Falhas de memória.


O défice de hormonas da tiróide causa um aumento do peso, por desaceleração do metabolismo. Este aumento de peso pode ser muito rápido, dependendo do desequilíbrio das hormonas tiróideas. É comum acontecer em fases críticas do ciclo de vida, como na menopausa nas mulheres. De facto, o problema é mais comum do que parece. Estima-se que 1 em cada 10 portugueses sofra de doenças da tiróide, afetando especialmente as mulheres acima de 45 anos. Entre as principais causas de problemas na tiróide está uma alimentação desequilibrada, relacionada principalmente com o consumo inadequado de minerais, como o iodo, o cálcio, o ferro e o selénio. Mas também o excesso de peso e a obesidade! Isto é, se tem peso a mais, tem mais risco de desenvolver hipotiroidismo, por isso previna-se e mantenha um peso saudável.

Antes de mais, uma pessoa com hipotiroidismo deve controlar a sua doença com medicação. Isto é, deve ser vigiada e acompanhada por um médico, por forma a determinar uma dose de medicação que mantenha estáveis as concentrações de hormonas tiróideas. Só após conseguir este equilíbrio deve enveredar por um tratamento nutricional de emagrecimento. Ainda assim, durante a perda de peso deve manter uma estreita vigilância sobre a doença, através de análises ao sangue semestrais. É muito provável que haja necessidade de adaptar a dosagem de medicação durante o tratamento nutricional. Há o mito de que uma pessoa com “problemas de tiróide” não emagrece tanto ou engorda com mais facilidade. Isso não é verdade desde que a tiróide esteja devidamente medicada. Deste modo, tudo depende de si!


 Alimentos benéficos para a tiróide são alimentos ricos em iodo, ferro, selénio, zinco, vitamina A, fibras alimentares  e ómega 3:

  • Fontes de iodo: Algas ( chlorella, spirulina), mariscos, sal iodado, peixes de mar. O sal iodado é a melhor forma de suplementação em iodo. Uma alimentação equilibrada fornece o iodo de que precisamos, especialmente se comermos peixe com regularidade.
  • Fontes de ferro: feijão e carne vermelha magra (uma porção por semana), levedura de cerveja.
  • Fontes de selénio: cereais integrais, amêndoas, marisco e carne de aves.
  • Fontes de zinco: bivalves, mariscos, amêndoas, carne vermelha magra.
  • Fontes de vitamina A: cenoura, abóbora, fruta, peixe e gema de ovo.
  • Fontes de ómega-3: salmão, sardinha, óleo de linhaça.
  • Fibras, porque evitam o aumento brusco de açúcar no sangue.


Alimentos a usar com moderação:

  •  Brócolos, couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor, espinafre, nabo, rabanete e milho.

 Estes vegetais crucíferos contêm glucosinatos que são metabolizados em tiocianatos. Estes compostos inibem o transporte de iodo e a sua incorporação na tiroglobulina. Aumenta assim a produção de TSH e a proliferação das células tiróideas. Devido a esta característica são denominados vegetais bociogénicos. Quando cozinhados, os glucosinatos são neutralizados. 

Alimentos a evitar: 

  •  Açúcar e alimentos refinados como farinha de trigo e açúcar: massas, arroz, pão branco, sobremesas doces e refrigerantes.

Estes alimentos aumentam muito a necessidade de insulina. A sua libertação pelo pâncreas obriga a uma boa coordenação com outras glândulas, nomeadamente as supra-renais e a tiróide. 

  • Cafeína em excesso e chá verde, por diminuírem a absorção do medicamento Levotiroxina.
  • Sementes de linho (também dão origem a tiocianatos).
  • Soja. Os fitoestrogeneos da soja diminuem a absorção do fármaco levotiroxina no intestino e são capazes de suprimir parcialmente a actividade da tiróide, agravando o hipotiroidismo (para a proporção de 30g ou mais de soja por dia).

As isoflavonas, presentes na soja, têm uma estrutura similar às hormonas tiróideas T3 e T4. Estas substâncias inibem a fixação de iodo na tiróide, pelo que as concentrações de T3 e T4 diminuem, aumentando a produção de TSH. 
A lecitina de soja é também um derivado da soja, mas não tem qualquer influência no funcionamento da tiróide; é um emulsionante que pode, inclusivamente, ajudar a controlar os níveis de colesterol no sangue.

Dietista Denise Gomes

Post introduzido por Denise Gomes