Intolerância ao glúten – sim ou não?

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Em primeiro lugar, o que é o glúten?

Resumindo, é uma proteína encontrada no trigo e cereais relacionados, como a cevada e o centeio, entre outros; o glúten dá elasticidade à massa.

Na verdade, o glúten é composto por duas proteínas diferentes: gliadina e glutenina e constituem aproximadamente 80% da proteína contida no trigo.

A intolerância ao glúten não celíaca é a incapacidade ou dificuldade de digestão do glúten. Nessas pessoas o glúten danifica as paredes do intestino delgado, provocando diarreia, dor e inchaço abdominal, além de dificultar a absorção de nutrientes.

Se acha que pode ser intolerante ao glúten, assinale os seus sintomas:

1. Excesso de gases e barriga inchada após comer alimentos como pão, massa ou cerveja

Sim
Não
2. Alternância de períodos de diarreia ou prisão de ventre
Sim
Não
3. Tonturas ou cansaço excessivo após as refeições
Sim
Não
4. Irritabilidade fácil
Sim
Não
5. Enxaquecas frequentes que surgem principalmente após as refeições
Sim
Não
6. Manchas vermelhas na pele que podem dar comichão
Sim
Não
7. Dor constante nos músculos ou articulações
Sim
Não

Na presença desses sintomas, o ideal é fazer exames que confirmem o diagnóstico de intolerância, como exame de sangue, de fezes, de urina ou a biópsia intestinal.

Além disso, deve-se excluir da dieta todos os produtos que contenham essa proteína, como farinha, pão, biscoito e bolo, e observar se os sintomas desaparecem ou não.

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Nutricionista Denise Gomes

 

 

Post introduzido por Denise Gomes

Nem tudo é o que parece…

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Nem tudo o que é mau se vê e nem tudo o que é mau dói. Doenças como  hipertensão e a diabetes  não doiem. Mas são doenças que matam (e cada vez mais).

Hoje em dia é muito comum comprar tudo já feito. Chegamos ao supermercado, tiramos da prateleira e vai direto para o prato.

Os alimentos processados são práticos e estão em todo o lado. Mas constituem um verdadeiro veneno para a saúde e o pior é que os adultos, inocentes (ou não), fartam-se de oferecer este tipo alimentos aos filhos por estarem muito ocupados para fazer, preparar comida “de verdade”.

Estes alimentos têm excesso de açúcar e de sal muitas vezes escondidos ou indecifráveis (veja também este post), e podem ser responsáveis por diabetes e hipertensão, por exemplo.

As altas temperaturas e a manipulação a que estes alimentos estão sujeitos ajudam a subtrair algumas das suas vitaminas. Por isso são chamados de “geradores de fome”, uma vez que o excesso de açúcar presente, juntamente com facto de serem pobres em fibras, faz com que a sua absorção seja mais rápida. É uma espécie de ciclo vicioso pouco saudável e facilmente viciante.

Outro problema são os aditivos. A lista destes aditivos é enorme e o seu consumo sem conhecimento e moderação podem gerar inflamação em contacto com o organismo.

Mas calma! não vamos já retirar os aditivos todos da alimentação. Há aditivos com papel importante na prevenção de intoxicações alimentares e os conservantes que travarem a multiplicação de micro-organismos, prolongado a vida dos alimentos, aconselha-se o seu consumo com moderação.

A premissa seguinte é, então, conhecer quais as consequências da sua ingestão prolongada.

Comer com moderação é a palavra-chave.

Da próxima vez que fizer a lista de compras, tenha em conta alguns alimentos processados que pode encontrar no supermercado:

  • enchidos
  • charcutaria variada
  • enlatados e conservas
  • caldos industrializados
  • biscoitos, bolachas, tostas, barras de cereais e cereais de pequeno-almoço
  • doces, gomas e misturas instantâneas para bolos
  • molhos (ketchup e maionese incluídos)
  • batatas fritas de pacote, salsichas, pão de forma de longa duração
  • refrigerantes, sumos sem gás…

Nutricionista Denise Gomes

 

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5 hábitos a adotar para prevenir a obesidade

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A reducação alimentar, uma dieta equilibrada  e a prática regular de atividade física são as recomendações principais para prevenir o sobrepeso e a obesidade.

Mas hoje deixo-vos 5 hábitos/ dicas para prevenir  esta doença que já afeta 22,3% da População Portuguesa.

1º Mantenha-se ativo

A maneira mais eficaz de prevenir a obesidade é levar um estilo de vida ativo. Atividades simples, como optar por usar escadas ao invés de elevadores ou caminhar até o trabalho quando possível, podem ajudar muito.

Tente dar 10 000 passos por dia e proponha-se a aumentar, tanto quanto possível.

Se já tem motivação para ir mais além, pode optar por caminhar, correr, andar de bicicleta, nadar, praticar alguns exercícios em casa.

2º Beba água

Muitas vezes, as pessoas confundem a desidratação com os sinais de fome. A FDA recomenda bebermos de oito a dez copos de água por dia. A água limpa e desintoxica todas as impurezas do organismo.

Lembre-se de que é importante que seja água natural, sem aromatizantes ou qualquer tipo de sumos ou açúcares.

3º Realize um check up médico pelo menos uma vez por ano

Os médicos aconselham que os adultos realizem um check up pelo menos uma vez por ano para evitar complicações de saúde.

Ao detectar qualquer complicação mais cedo, o médico poderá tratá-la rapidamente, sem maiores consequências.

4º siga um plano

Seguir um plano alimentar adequado para lutar contra esta doença ou prevenir pode ser um bom aliado. É importante fazer escolhas alimentares corretas, capazes de manter as necessidades calóricas e nutricionais equilibradas.
Uma dieta saudável deve conter alimentos de origem vegetal, como frutas, legumes e grãos integrais; fontes de proteína magra como peixe e carne branca; e gorduras saudáveis, como nozes, azeite, abacate, salmão e óleo de linhaça. Sempre que possível, produtos como o sal, açúcar e hidratos de carbono refinados devem ser evitados (farinhas, arroz branco, massas). Mas, como cada caso é um caso, é importante consultar um nutricionista, pois só um profissional consegue sugerir um plano alimentar adequado.

5ºControlar o tamanho das porções

Para além do tipo de alimentos que se podem consumir, é também muito importante analisar a quantidade. Assim sendo, controlar o tamanho das porções servidas em cada refeição é fundamental nos processos de manutenção e perda de peso. Por vezes, ainda que a pessoa esteja satisfeita com a quantidade de alimentos ingerida, o facto de restarem alimentos no prato pode induzi-la a continuar a comer.
Desta forma, a melhor maneira de controlar o peso e evitar a obesidade é optar por porções pequenas e limitadas, para ter controlo do que se ingere e facilitar o funcionamento do processo digestivo do organismo.

Nutricionista Denise Gomes

 

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5 alimentos falsamente saudáveis

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Na tentativa de adotar bons hábitos alimentares para melhorar a saúde e ajudar na perda de peso, pode acabar por ser enganado pelas diversas opções supostamente saudáveis que encontra no mercado. Para evitar erros comuns Deixo-vos 5 alimentos que deve evitar que podem prejudicar saúde em geral e o peso.

Alimentos falsamente saudáveis:

  1. Alimentos diet ou light podem parecer ótimas opções para quem pretende emagrecer, mas saiba que é muito fácil ser enganado pelos fabricantes. Os produtos do género são pobres em açúcares mas ricos em gorduras saturadas ou vice-versa. Na hora de comprar leia os rótulos.
  2. Comer salada diariamente ajuda a ter uma alimentação saudável, mas se temperar o prato com molhos prontos encontrados em supermercados até mesmo com título de “caseiros”, pode estar a sabotar a dieta e a sua saúde. As opções industrializadas são ricas em açúcar e conservantes que comprometem toda a refeição.
  3. Água é essencial para o bom funcionamento do organismo e para o emagrecimento, mas cuidado com as versões diferenciadas encontradas no mercado. As opções aromatizadas o com sabor podem parecer inofensivas, mas geralmente contêm aditivos e adoçantes que atrapalham a perda de peso ou até mesmo muito açúcar.
  4. Barrinha de cereais normalmente considerada uma boa opção para s lanches intermediários podem não ser uma boa alternativa porque a maior parte das que estar no mercado estão carregadas de açúcares adicionados. Prestar atenção ao rótulo é fundamental para não ser enganado.
  5. Granola é rica em fibras, garantem saciedade, mas também contém açúcar. Ela pode ser boa escolha para o café da manhã, mas não deve ultrapassar a quantidade de 25 gramas diárias.

Nutricionista Denise Gomes

Post introduzido por Denise Gomes